Pré-mercado de 3 de agosto de 2026
O dia em resumo
Resumo do pregão anterior
Na sexta-feira passada, as bolsas de Nova York fecharam em alta nos três principais índices. O Nasdaq liderou os ganhos, subindo 1,00% para 25.373,85, seguido pelo S&P 500, que avançou 0,70% para 7.489,72, e pelo Dow Jones, que subiu 0,53% para 52.485,03. A Amazon disparou 15,32% e puxou o setor de consumo discricionário em 3,29%, enquanto a Apple recuou 7,35%, e o índice de volatilidade caiu 5,68% para 16,12.
Clima atual do mercado
Os futuros operam em alta nos três índices, com o futuro do Dow Jones na frente, com 0,56%. A amplitude não é grande, mas a direção aponta para a preferência por risco. O presidente Trump cancelou o ataque ao Irã e anunciou a retomada das negociações, fazendo o petróleo cair 5%, o que removeu um dos fatores que vinham pressionando a inflação ao longo de julho. Com isso, as apostas em alta de juros em setembro também arrefecem gradualmente. As principais variáveis do dia são o índice ISM industrial às 23h (horário da Coreia) e o balanço da {{MARKET_CAP}} ({{EMPLOYEES}}), divulgado logo após o fechamento.
Notícias antes da abertura
Eventos do dia
Agenda macro
A estimativa de mercado é de 54, contra a leitura anterior de 53,3. Acima de 50 indica que a atividade industrial está em expansão; portanto, um número em linha com o esperado significaria uma leve ampliação dessa expansão.
Vale a pena acompanhar de perto o subíndice de preços divulgado junto com o indicador. No número anterior, ele estava em 73,0, um nível elevado, e, se cair, se torna evidência de que a pressão inflacionária cede, em linha com a queda acentuada do petróleo nas primeiras horas do dia. Como o Federal Reserve manteve a taxa básica em 3,50% a 3,75% no mês passado, com três membros votando por alta, esse dado pode ser usado para reavaliar a possibilidade de alta em setembro.
Lembrem-se também de que o indicador é um dado bidirecional: um número bem abaixo do esperado reacende a preocupação com desaceleração da atividade, enquanto um número bem acima reacende o peso da pressão sobre os juros.
Ex-dividendo
Ações em destaque
A Amazon disparou 15,32% na sexta-feira e fechou a US$ 271,57, rompendo a banda superior das Bandas de Bollinger (faixa que delimita estatisticamente o intervalo de oscilação do preço). Com o Índice de Força Relativa em 67,9, já em zona próxima à de sobrecompra, o ponto de atenção é saber se haverá realização no pregão seguinte a uma alta tão forte.
A Shell, com Índice de Força Relativa em 72, já estava em território de sobrecompra e recebeu a queda de 5% no petróleo antes da abertura. Nos US$ 91,98 atuais, o quanto ela conseguirá sustentar a pressão da queda do petróleo indicará a temperatura real de todo o setor de energia. Como o setor de energia subiu 1,00% na sexta-feira e figurou entre os destaques positivos, hoje ele estará no banco de provas oposto.
A Qualcomm apresenta o menor Índice de Força Relativa do grupo, em 28,9, e também rompeu a banda inferior das Bandas de Bollinger. Na sexta-feira, fechou a US$ 147,61, em queda de 2,63%, incorporando integralmente a fraqueza do setor de chips que se espalhou desde Micron e Sandisk. Vale lembrar, porém, que um sinal de sobrevenda, por si só, não é motivo para uma reação de alta.
Guia de ação do dia
Mantenha a calma também hoje e tenha um ótimo dia.
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